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quinta-feira, 15 de março de 2012

A Vida Imita a Natureza


Só depois da tempestade
Podemos ver o arco-íris
Os pássaros voam
Sempre para um lugar seguro
O Sol deve se esconder
Para que a Lua possa ser vista
Uma planta tem que ser regada
Para não perder sua beleza
Uma semente morre
Para dar origem a uma árvore
E nessa árvore nascerão frutos
Que terão outras sementes
E mais árvores crescerão.

Daniele Silva dos Santos

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O Manual do Bom Filho



01 – Respeitar seus pais em todos os momentos;
02 – Escutar todas as vezes que eles quiserem desabafar, mesmo que seja em forma de bronca;
03 – Compreender as imperfeições de seus pais;
04 – Obedecer sempre que possível;
05 – Escutar seus conselhos e tentar praticá-los;
06 – Tentar ajudá-los de todas as formas possíveis;
07 – Fazer com que o dia deles seja alegre;
08 – Demonstrar sempre seu amor;
09 – Nunca, jamais desejar ter outros pais;
10 – Agradecer pelos pais que tem, pois várias pessoas não os têm mais.


Daniele Silva dos Santos

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Importância do Perdão

Estamos no mundo para conviver bem uns com os outros, mas é claro, é difícil concordar com todas as atitudes que os próximos tomam ao nosso respeito, então começam as brigas, desentendimentos, picuinhas, etc. Casais se separam, amigos quebram o laço, parentes param de se falar. É raro uma pessoa que nunca tenha passado por nenhuma destas situações. Que tal selar a paz? Deixar de cultivar o ódio, que faz mal para quem sente e para quem é odiado.

Quando uma pessoa consegue perdoar algo de ruim que lhe foi feito, ela tira um peso enorme do coração, ela consegue ter sentimentos bons em relação a todos e consegue enxergar o mundo de outra forma.

Os seres humanos cometem erros, muitos até sem saber a gravidade de sua ação negativa, quando esta pessoa tem um pouco que seja de moral, consegue perceber o problema e é capaz de se retratar e pedir desculpa para quem ele magoou.

Pesquisas científicas comprovam que pessoas que não conseguem se livrar da raiva que sentem dos outros, acumula um nível de estresse perigoso, fazendo mal a sua saúde física e mental.

Se formos para o lado da religião, o que todas elas afirmam é que o perdão é uma forma de salvação, que Deus quer a paz entre seus filhos, e que no “paraíso” não entra quem estiver carregado de maus sentimentos.

Os pais devem ensinar desde cedo aos seus filhos, que pessoas podem lhes causar muitos problemas, e que não é necessário abaixar suas cabeças e aceitar a situação, mas que sempre procurem resolver o impasse, e tendo solução ou não, abrir espaço para o perdão, para que ele não passe a vida inteira remoendo uma situação complicada, que deve sim ser esquecida.

Não precisamos ser amigos de quem nos faz mal, mas temos que ter a consciência de que a natureza tem um poder de julgamento bem maior, e que nos resta perdoar para que sejamos perdoados. 


Daniele Silva dos Santos

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Corrupção: Questão de Escolha

Em um de seus textos, entitulado “Só de Sacanagem”, Elisa Lucinda, atriz e escritora diz: “É inútil, todo mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal.” Neste trecho ela coloca a resposta que as pessoas dão, quando ela fala de sua honestidade. Além de demonstrar toda sua indignação com a realidade brasileira, ao que se refere a corrupção.

Eis a pergunta: quem é mais corrupto? Os políticos ou o povo? Os políticos, que desviam grandes quantidades em dinheiro, para contas pessoais, que compram votos para se elegerem e que priorizam seus interesses além dos do povo? Ou o povo, que vende seu voto, que vai atrás de benefícios em épocas eleitorais, que não cobra o que foi prometido, devido a falta de interesse com o social e também, por saber que não tem moral para cobranças? Esse povo que discute sobre política e enche a boca para criticar os administradores que eles mesmos colocaram no poder. É daí que sai a afirmação de que cada povo tem o governo que merece.

Existe ainda uma terceira opção: o sistema, que não é preparado para a honestidade, com buracos nas leis que proporcionam a facilidade da corrupção, que muitas vezes é burocrático para os pequenos, que se veem obrigados a não respeitá-lo por questão de sobrevivência. Então palavras como honestidade e ética, ficam apenas no dicionário ao confrontar com a necessidade de sobreviver em um lugar que não tem ordem. Todos sabem que isso não é de agora, e ninguém sabe quando essa ordem realmente existirá.

Em um julgamento onde o que se leva em consideração é a escolha em ser ou não ser corrupto, todos devem estar cientes, que nada pode ser desculpa ou explicação para um desvio de conduta.

Não tem divisão entre políticos e povo, ricos e pobres, são todas pessoas que vivem em um país onde a corrupção faz parte da cultura, desde pequenas ações até grandes roubos. Mas como Elisa Lucinda também coloca em seu texto, “sei que não se pode mudar o começo, mas se a gente quiser, vai dar para mudar o final”.

Daniele Silva dos Santos

domingo, 16 de janeiro de 2011

Somos Nós

Rosas nascidas em solo azul
Estrelas de um céu vermelho
Perdidos em tantos amores inventados
Lutando por casos e acasos

Girassóis sem sombras
Estradas sem rumos
Criados apenas para criar
Um novo mundo, uma nova era

Na imaginação de quem sabe voar
Ver cores de flores e borboletas
Sem saber que são transparentes
O preto e branco é bem mais indecente

Entenda quem souber entender
Somos e fazemos para quem possa crer
Que a vida é colorida com letras
E escrita com cores

Daniele Silva dos Santos

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Um Menino que Conheci

E a paz?
Eu pergunto, ao rapaz
Com os pés descalços
E arma na mão

A revolta sem graça
Do sorriso na praça
Que se acabou com um estouro
Um tiro

E a paz?
Eu perguntei
A um menino que encontrei
Com as mãos sujas de sangue
E olhar distante

E um corpo caiu
Quando o menino sentiu
Que nada é ou está certo
Em nenhum lugar

É a paz que faltou
Pois ninguém lhe ensinou
Que a escolha nem parece lógica
Mas ela volta, contra si

E é essa paz que eu peço
E o menino, regresse
Para ver que ela existe
Mesmo que não a conquiste
No mundo há perdão
Até mesmo para quem deixou
Um rosto no chão

Daniele Silva dos Santos

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Um Povo

Um dia eu estava perdida. Perdida, mas eu sabia onde estava. Estava na minha cabeça e meus pensamentos insistiam em perguntar:
- A qual povo você pertence?
Eu rapidamente respondi:
- Não pertenço a povo algum.
E meus pensamentos novamente:
- Para onde você está indo?
Em silêncio respondi:
- Sozinha e perdida.
E andando perdida fui a meus pulmões que respiravam um ar sujo, compartilhado por seres que se corrompiam por qualquer moeda, e eu me negava a fazer parte desse povo. Até meu ar eles queriam roubar, para vender ou trocar por qualquer coisa suja como eles. Saí correndo e fui para meu estômago. Ele estava parado, mal conseguia trabalhar, devido às coisas que me fizeram engolir. Então, este se revirou e empurrei tudo para fora em um vômito, na cara desse povinho que eu também negava, que queria que eu engolisse tudo calada.
Depois, bebi uma água para acalmar-me. E a água levou-me às minhas veias, e fiz um passeio por todo meu corpo, e parei no coração.
Lá encontrei pessoas simples de alma, justos nas palavras e sinceros nos olhos.
Uns estavam descalços, outros doentes, havia pessoas tristes e outras alegres.
E mais que depressa me juntei aos alegres. Fizemos uma festa. E alegramos os que estavam tristes, e demos esperança aos doentes, e junto com os descalços caminhei de cabeça erguida. Quem precisa de sapato para caminhar no caminho do bem? Deixem os pés livres para que nos levem ao lugar certo.
E não mais sozinha estou, caminho com esse povo, e lutarei junto com ele para limpar nosso ar e escolher o que comemos.
A água que bebemos é limpa, do fundo do poço que sempre sairemos caso alguém nos jogue lá novamente.
E lutarei, e jamais desistirei de transformar. Agora sei quem sou, pois sei a que povo pertenço.

Daniele Silva dos Santos

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Resto

O desperdício de hoje
É a falta de amanhã
O desperdício de amor é o ódio
O desperdício de água é a sujeira
O desperdício de aventura é o tédio
O desperdício da amizade é a solidão
O desperdício de ação é a comodidade
O desperdício de liberdade é a prisão
O desperdício de bondade é a exploração
O desperdício de saúde é a doença
O desperdício de visão é a cegueira
O desperdício de audição é a surdez
O desperdício de honestidade é a mentira
O desperdício de tempo é a falta do que não se tem
O desperdício de oportunidade é a porta fechada
O desperdício de sorte é o azar 
O desperdício de direito é a injustiça
O desperdício de matemática é o erro de cálculo
O desperdício de comunicação é o desentendimento
O desperdício de poder é o não ter
O desperdício de poesia é a insensibilidade
O desperdício de vida é o suicídio
O desperdício de dinheiro é a pobreza
O desperdício de comida é a fome
O desperdício de madeira é o vento forte
O desperdício de casamento é o divórcio
O desperdício de diversão é o estresse
O desperdício de palavra é o silêncio
O desperdício de sangue é a hemorragia
O desperdício de energia é a água
O desperdício de atenção é o acidente
O desperdício do sim é o não
O desperdício do não é o sim
O desperdício do tudo é o nada
O desperdício de nada é o tudo
O que precisa existir?
O desperdício só deixa o que resta.


Daniele Silva dos Santos

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Matemática Econômica


Em sonho um amigo me contou uma história super interessante, não sei dizer o lugar, nem a época, porém é algo que pode ser usado como experiência positiva por quem se interessa por economia.
Em uma pequena cidade, um pai de família estava desempregado, passando por dificuldades. No desespero, procurou seu irmão mais velho para pedir ajuda. Este sendo um empresário bem-sucedido, escutou o desabafo do irmão e prometeu ajudá-lo exigindo somente que ele fizesse conforme as suas instruções. Então, ofereceu ao seu querido irmão um doce, dizendo a ele que deveria cortar o doce em cubos e vender, de forma que o valor total do que fosse vendido, desse para comprar outro doce, e que ainda tivesse uma pequena margem de lucro. Assim o irmão fez, e retornou com mais um doce inteiro, seu irmão orientou que ele fizesse o mesmo com o segundo doce, e que guardasse o lucro.
Quando vendeu o segundo doce, o caçula retornou para ter mais orientações, o empresário explicou que ele deveria fazer o mesmo, comprar outro doce, e do lucro que havia obtido, retirasse e guardasse um terço, já o restante, poderia usar conforme quisesse.
Após vender o terceiro doce, ele retornou para falar com seu irmão e perguntou por que deveria guardar um terço do lucro. Seu irmão então ensinou:
– Meu irmão, isto que você fez é uma fórmula empresarial, no início de um negócio você deve ter um investimento, que foi seu primeiro doce vendido. Em seguida você deve manter seu estoque e conseguir mais clientes, não pode usar todo o lucro com outras coisas. O terço que eu pedi que guardasse é a porcentagem que você deve retirar do lucro, para novos investimentos. De cada doce vendido, você retira um terço do lucro, para conseguir comprar um doce adicional. Assim, você passa a vender dois doces por vez, quando conseguir juntar a quantia necessária, você passa a vender três doces e assim sucessivamente. Quando você vender, deve separar a quantia para manter o estoque, do lucro você retira um terço como lhe disse, o restante poder ser usado para sustentar suas outras necessidades.
– Entendi. Mas por que devo aumentar os doces? – perguntou o irmão mais novo.
– Isso vai garantir que você consiga mais clientes e aumente o seu lucro. Só não esqueça de separar bem o dinheiro. No futuro, o investimento não precisa ser exatamente no estoque, você pode gastar o dinheiro na compra de materiais para fabricar seus próprios doces. O importante, é que o dinheiro separado para investimento, seja usado para aumentar os seus lucros.
Satisfeito com o ensinamento de seu irmão mais velho, ele retornou para casa feliz e disposto a trabalhar muito, sabendo que existia uma saída, sendo consciente que deveria ser cuidadoso e disciplinado na separação do dinheiro.
  
Daniele Silva dos Santos

segunda-feira, 19 de julho de 2010

TENTE

Três tentativas que merecem ser feitas. Elas contribuem para uma vida melhor, pois nos faz ter pensamentos e ações positivas.


  • Tente ser feliz, não se preocupe apenas em buscar coisas materiais. A felicidade você vive, guarda na memória e jamais perderá.


  • Tente perdoar e fazer algo para ser perdoado. O perdão é a única forma de total libertação do espírito e um dos caminhos que levam à paz.

  • Tente demonstrar seu amor. O amor deve ser compartilhado, colocado para fora do coração e contagiar as pessoas ao seu redor.

Daniele Silva dos Santos

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A cor da natureza

VERDE

Deus te escolheu na predominância
Que colore a natureza
Que muda
Nunca acaba
Transforma-se
Na esperança
Sentir a cor poética das matas
Ouvir o que sua mistura tem a dizer
Deus te escolheu
E onde te encontro agora?
Fora dos olhos
Além do além
Onde te encontro concreto?
Onde posso te respirar?
E me alimentar de sua forma
Que combina com as demais cores
Dobrando seus joelhos perante sua força
Onde te encontro meu?
Sendo nosso
E ainda real

Daniele Silva dos Santos

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Vamos pensar

PISICOLOGIA SOCIAL

Todos pensam iguais
Quando pensam que pensam diferente
Nada é criado
Todas as imagens já existem
Como vêem os outros
Ou olham a si mesmos
A lei do paraíso
É amar quem você odeia
E na sociedade
Competir fala sempre mais alto
Em escadas que sobem para cair
A natureza humana é ser natural
E o artificial ocupou os espaços
Correndo pelo sangue
Através de vias arteriais de ferro
Todos pensando que pensam
Obedecendo aos comandos
De seus pensamentos fúteis
E todos acham
Que pensar não é necessário para viver
O inconsciente revela
Somos animas racionais
E agimos apenas por instinto
Nascemos pensando
E morremos sem saber porquê.

 
Daniele Silva dos Santos